
A realização de exercícios físicos na gravidez é uma prática recomendada, e, aliada a uma alimentação balanceada, é uma das chaves para garantir uma gestação saudável. O exercício, além de ser benéfico para controle do peso da gestante, é um fator de prevenção para algumas doenças que podem acometer as grávidas e prejudicar o bebê, como a diabetes gestacional. Além disso, o exercicio proporciona bem-estar, e ajuda a minimizar os sintomas de desconforto típicos de gravidez.
As contra-indicações do exercício na gestação são, de modo geral, para mulheres que sofrem gravidez de risco, como gestantes com problemas cardiovasculares, gestações múltiplas, gestações com restringimento fetal, entre outros.
Não existem estudos grandes que comprovem a associação entre exercício físico e aborto, desde que a atividade física seja feita com a observação e aprovação do médico ginecologista, inclusive durante o primeiro trimestre.
As atividades de baixo risco são recomendadas para todas as gestantes saudáveis, inclusive àquelas que não praticavam atividades antes, e incluem a caminhada, o trote leve, a natação e yoga.
As atividades de médio risco são a musculação, as atividades aeróbicas e o tênis. Elas são recomendadas para as gestantes que já as praticavam, e também para as que não se exercitavam. Entretanto, para estas últimas, recomenda-se sua realização apenas a partir do segundo trimestre.
A atividades classificadas como de alto risco são as que não devem ser praticadas pelas gestantes em qualquer período da gravidez. Elas incluem as modalidades esportivas, as lutas e a corrida intensa.
As atividades podem ser praticadas de 3 a 5 vezes por semana, com uma duração de 30 a 40 minutos, e em uma intensidade que a deixe ligeiramente cansada. Se ela ficar ofegante ou com dificuldade para conversar durante o exercício, significa que a intensidade está maior do que a indicada.
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