A clitoropexia tenta reposicionar o clitóris aumentado, mas não reduz o tecido responsável pela hipertrofia. Neste artigo, o Dr. Igor Padovesi explica por que não recomenda essa técnica, quais problemas podem ocorrer e qual é a diferença para a clitoroplastia.
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Destaque nas redes, pouca evidência e riscos pouco mapeados: entenda o que a tadalafila pode (e não pode) fazer em mulheres e como agir com segurança.
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A menopausa virou assunto — ótimo. O problema é quando o mercado sequestra o tema e vende “cura” em pote. Menowashing é esse marketing agressivo, muitas vezes sem respaldo científico, que promete “rejuvenescimento”, “restauração hormonal natural” e “fim dos sintomas” com suplementos, cremes, chás e vitaminas. O risco é direto: desinformação, efeitos adversos e atraso do tratamento certo. O caminho inteligente é simples (e nada glamouroso): avaliação com profissional qualificado, plano individualizado e decisões com base em diagnóstico — não em propaganda.
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A FDA (agência regulatória dos EUA) anunciou a remoção da “tarja preta” — o alerta máximo de risco — dos medicamentos usados na terapia hormonal da menopausa. A decisão reconhece que os riscos apontados há 20 anos pelo estudo WHI foram superestimados e generalizados, sem levar em conta fatores como idade, tipo de hormônio e via de administração.
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Procedimento com jato de plasma ou com equipamento ADORNED promete retração dos pequenos lábios sem bisturi, mas a realidade envolve queimaduras profundas, recuperação longa e resultados muito abaixo dos alcançados pela cirurgia convencional.
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A insuficiência ovariana prematura, ou também conhecida como menopausa precoce, é quando a menopausa acontece antes dos 40 anos de idade. Junto com todos os sintomas desagradáveis da menopausa, pode trazer prejuízos importantes na saúde da mulher!
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O câncer de mama pode ser silencioso nos primeiros anos. Realizar exames de rotina como a mamografia pode detectar lesões inicias e aumentar a chance de cura!
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